Regata Fortalezas passa por construções históricas ao longo da Baía Norte
Sábado acontece uma das mais belas regatas do calendário náutico catarinense, a Fortalezas, que larga às 11 horas das proximidades do Forte Santana, sob a Ponte Hercílio Luz de Florianópolis. As tripulações cumprem um percurso que envolve outras três fortificações erguidas no Século XVIII ao longo da Baía Norte para proteger a Ilha de Santa Catarina da invasão espanhola.
Será a primeira etapa da Copa Veleiros de Oceano para as classes ORC Internacional, este ano subdividida em 500 e 600, ORC-Club, BRA-RGS A, BRA-RGS B e Cruzeiro. Os barcos da BRA-RGS C partem para a terceira etapa, já que as duas primeiras aconteceram no último fim de semana, em substituição às regatas de Florianópolis para Balneário Camboriú (setembro) e Itajaí (outubro). Tigre II ficou em primeiro nos dois dias e segue confiante para mais este desafio.
Será a primeira etapa da Copa Veleiros de Oceano para as classes este ano subdividida em 500 e 600, Enquanto o Tigre II busca mais um bom resultado, os tripulantes do Stella del Fioravante tentarão apenas correr uma bela regata com a embarcação que desde 2008 integra a flotilha do Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha, organizador da Copa Veleiros de Oceano. “Só vamos nos inscrever se a previsão de tempo estiver bastante favorável”, avisa o comandante Beto Roque, que mora no Canadá e que nunca correu uma competição com seu barco na capital catarinense.
Da largada, os veleiros navegarão rumo à Fortaleza de Santo Antônio, na Ilha de Ratones Grande, e para a de São José da Ponta Grossa, na Praia do Forte, ambas datadas de 1740. Depois seguem para o outro lado do canal e chegam muito próximos à Ilha de Anhatomirim, onde está a Fortaleza de Santa Cruz, erguida a partir de 1739 praticamente colada ao Continente. O percurso soma cerca de 45 quilômetros até a linha de chegada, também no Forte Santana, uma construção de 1761.
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