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| C |
| Há 230 termos neste glossário. |
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| C | Símbolo designado Charlie. Letra do alfabeto que o Código Internacional de Sinais faz representar numa bandeira quadrada atravessada por cinco faixas horizontais nas cores branca, azul e vermelha. Içada isoladamente tem a seguinte significação: \"Sim\", ou \"Grupo que procede deve ser entendido em sentido afirmativo\". |
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| CABEÇADA | Afundamento da proa na água, resultante do balanço da embarcação no sentido de popa e proa. |
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| CABECEAR | 1. Ato ou efeito da embarcação entrar debaixo do vento, batendo a vela, sem poder governar-se. 2. Desviar a proa na direção da corrente. |
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| CABEÇO | Estrutura de ferro maciço, encravada no cais, ou aos pares, junto à amurada da embarcação, destinada a agüentar as voltas dos cabos de amarração. |
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| CABEDELO | Pequeno cabo ou cabeço de areia que se forma junto à foz dos rios e prolonga-se em direção ao mar. |
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| CABO | 1. Corda grossa, utilizada nas embarcações. 2. Direção da proa do navio em movimento. |
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| CABO DA AMURA | Cabo grosso empregado para amarrar os navios ao ancoradouro ou levá-los a reboque. |
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| CABO DE PINHAS | Cada um dos cabos fixos por chicotes nas amuras dos navios e que servem para suspender as embarcações ao longo do costado. |
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| CABO DE PORTALÓ | Cabo enfiado em baluartes de metal e que serve para sustentar as escadas de portaló. |
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| CABO DE VAIVÉM | Cabo que os navios passam por locais perigosos e serve de guia aos marinheiros e passageiros. |
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| CABO FIXO | Cabo de aparelhagem do navio e que sustenta a mastreação. |
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| CABO SOLTEIRO | Cabo de navio que não tem aplicação especial, podendo ser empregado em qualquer necessidade. |
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| CABO SUBMARINO | Cabo utilizado nas transmissões telegráficas ou telefónicas, colocado nos rios e no oceano. |
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| CABOTAGEM | Entende-se como sendo a navegação costeira, feita em águas de um país. Devido aos acidentes geográficos próprios da costa, a cabotagem é considerada mais perigosa que a navegação em alto-mar. |
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| CÁBREA | Embarcação flutuante ou pontão sobre o qual existe montado um aparelho de manobras de pesos. E utilizada para embarcar ou desembarcar grandes pesos sem necessidade de atracar o navio ao cais; para transportar grandes pesos a pequenas distâncias; para retirar do fundo do mar objetos pesados ou embarcações submersas. Pode ser de dois tipos: com propulsão e sem propulsão. |
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| CAÇA | Voz de comando para que os marinheiros atem as escotas de vela que se pretende caçar. |
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| CAÇA-MINAS | Tipo de barco aparelhado para localizar e retirar minas submarinas. O mesmo que navio-varredor. |
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| CAÇAMBA, CLAMSHELL OU GRAB | Equipamento dotado de duas ou mais garras, que funciona com o auxílio do guindaste e destinado ao carregamento e descarregamento de graneis sólidos das embarcações. Suas garras se fecham automaticamente ou semi-automaticamente quando pegam a porção de graneis. |
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| CACHOPO | Recife ou elevação de pedra ou areia à flor da água, apenas imersa em maré alta, constituindo, assim, um perigo para a navegação. |
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| CAIMENTO | 1. Desvio do rumo original da embarcação e adoção de um andamento lateral, forçado por condições do vento ou da corrente. 2. Inclinação para a ré do mastro, cadaste etc. |
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| CAIR | Abrandar o vento ou o mar. |
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| CAIR À RÉ | Navegar em sentido contrário ao seguido normalmente. |
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| CAIR A UM BORDO | Ademar para bombordo ou boreste por um período mais ou menos longo. |
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| CAIR EM CALMA | Diz-se assim, quando se tem que enfrentar uma calmaria. |
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| CAIR SOBRE | Ação de ter o barco arrastado, por erro de manobra ou pelas condições do tempo e do mar. |
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| CAIS | Parte do porto onde atracam as embarcações, com a finalidade de efetuar embarques e desembarques de cargas e passageiros, constituindo um conjunto de berços. |
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| CAIS DE ACABAMENTO | Cais no qual o navio em construção fica atracado, desde o seu lançamento até as provas de mar, para instalação de equipamentos e serviços gerais de acabamento. |
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| CALADO | Distância vertical entre a superfície da água - linha de flutuação ou linha-d\'água - e a parte mais baixa da embarcação – a quilha ou então algum ponto mais baixo, como por exemplo, domo do sonar na condição na qual é feita a medida. Em geral, nos navios, à altura da roda de proa ou no cadaste, encontra-se uma escala de calado: graduação numérica escrita nos costados das embarcações (a vante, a ré, a bombordo e a boreste), para a leitura dos calados. Essa escala começa (número zero) na linha do fundo da quilha e é expressa em metros com aproximação de 0,5 dm, ou em pés ingleses, com aproximação de 0,5 pé, que indica o calado do navio, que depende do peso da carga e dos outros itens transportados pelo navio e da densidade da água, variando esta última com a salinidade e a temperatura. A linha do calado denomina-se, também, tirante de água. |
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| CALADO DE ÁGUA | Profundidade mínima necessária para a embarcação flutuar sem perigo de encalhe, medida cuja determinação se baseia no conhecimento do tamanho do calado. |
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| CALADO MÁXIMO | Medida do calado da embarcação em condições de deslocamento a plena carga. O calado máximo com o qual uma embarcação pode operar com segurança depende das condições de densidade da água e do clima da região onde navega. Verifica-se o calado máximo das embarcações através de marcas dispostas no casco, chamadas \'marca de borda livre\' (ou disco de Plimsoll), que indicam os calados máximos permitidos em diversas condições de salinidade da água e do clima. |
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| CALADO MÉDIO | Média aritmética entre as medidas de calado de proa e de popa. |
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| CALADO MÍNIMO | Medida do calado em condições de deslocamento leve, ou seja: embarcação equipada, mas sem carga, tripulantes etc. O mesmo que calado leve. |
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| CALAR | 1. Ato ou efeito de o navio encontrar profundidade. 2. Arriar os mastros ou vergas de uma embarcação. |
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| CALAR ÁGUA | Demandar certa altura de água que permita à embarcação flutuar. |
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| CALHAMBEQUE | Tipo de embarcação costeira. |
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| CALMÃO | 1. Diz-se do mar que está em calmaria. 2, Meia cabaça que serve para tirar água de uma vasilha ou do fundo de barcos. |
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| CALMARIA | Cessação completa dos ventos ou do movimento das ondas. |
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| CAMARÁ | 1. Conjunto dos compartimentos de um navio de guerra onde se alojam seu comandante ou comandantes de força naval. 2. Seção, a bordo de um navio mercante, encarregada do serviço de intendência e hotelaria. |
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| CAMARIM | São determinados compartimentos a bordo, nos quais se executam certos trabalhos especializados. Ex.: camarim de máquina, camarim de navegação etc. |
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| CAMARIM DE MÁQUINAS | Compartimento no qual trabalha, usualmente, o oficial de serviço nas máquinas e que dispõe de alarmes, indicadores e de outros meios de comunicação, que permitem àquele oficial supervisionar o funcionamento das máquinas e transmitir ordens ao pessoal encarregado de operá-las. |
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| CAMARIM DE NAVEGAÇÃO | Compartimento onde são instalados alguns instrumentos de navegação e guardadas as cartas náuticas. É nele que opera o encarregado de navegação do navio. |
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| CAMARIM DE RÁDIO | Compartimento onde são instalados os receptores, transmissores, transceptores e demais equipamentos destinados ao serviço de comunicação do navio. O mesmo que estação-rádio. |
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| CAMAROTE | Compartimento do navio, para alojamento dos tripulantes, oficiais ou passageiros, normalmente, de um a quatro tripulantes ou passageiros. |
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| CAMBAR | Tipo de manobra destinada a corrigir o rumo da embarcação e prepará-la para enfrentar uma iminente alteração do tempo. |
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| CAMINHO ÚMIDO | Diz-se de um rumo marítimo ou fluvial. |
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| CAMPANHA | Tempo de duração da saída até a volta de um barco de pesca no porto. |
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| CANA DO LEME | Alavanca de metal ou madeira, encaixada na cachola do leme, pela qual se imprime movimento ao leme. Chama-se também barra do leme. |
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| CANAL | 1. Parte navegável da via marítima ou a passagem estreita, cavada por processo natural ou artificial, separando dois trechos de costa, ilhas, rochedos etc., com largura ainda suficiente para permitir a navegação. 2. Porção de água entre duas terras, ligando dois mares; estreito; braço de mar ou de rio, por meio do qual as águas são desviadas para servirem a trabalhos industriais ou agrícolas. |
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| CANAL DE ACESSO | Canal que liga o alto-mar com as instalações portuárias, podendo ser natural ou artificial e dotado de profundidade adequada além da devida sinalização, com o objetivo de dar acesso das embarcações ao porto. |
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| CANHONEIRA | 1. Embarcação ou navio de guerra, de ataque ou defesa. 2. Navio de guerra, de calado reduzido, empregado em operações militares, em regiões costeiras ou fluviais. |
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