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| Há 132 termos neste glossário. |
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| P | Símbolo designado Papa. O Código Internacional de Sinais estabelece a representação desta letra por uma bandeira azul com um pequeno retângulo branco ao centro. Içada isoladamente significa \"Todos a bordo: a embarcação está prestes a sair.\" |
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| PÁ CARREGADEIRA | Equipamento mecânico utilizado na área portuária, destinado a carregar caminhões ou vagões com graneis sólidos e empurrar ou rechegar porções. |
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| PAIOL | Compartimento destinado à guarda ou armazenamento de material de qualquer espécie. Seu nome é em função da utilização: paiol da amarra, paiol do mestre etc. |
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| PAIOL DA AMARRA | Compartimento situado na proa, por ante-a-ré da antepara de colisão, destinado à guarda das amarras das âncoras. |
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| PAIOL DO MESTRE | Compartimento situado na proa do navio, onde são guardados cabos, lonas etc., enfim, todo o material destinado aos trabalhos de marinheiro. |
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| PAJEM | Marinheiro de graduação inferior a grumete, encarregado da limpeza do barco, em belonave. |
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| PALAMENTA | Conjunto de objetos acessórios que são considerados indispensáveis à navegação, devendo ter presença obrigatória a bordo. Abrange, entre outras peças, o leme, a cana-do-leme, as bandeiras e paus de bandeira, os estropos, os salva-vidas, os ancorotes, as defensas, as lanternas e os cabos de atracação. |
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| PALLETS | Denominação dada a um estrado de madeira usado na movimentação e empilhamento de mercadorias; tabuleiro. Caracteriza-se também como um acessório de dimensões definidas, dotado de dispositivo de apoio para o garfo das empilhadeiras e conexão com os lingados, utilizado para o acondicionamento de diversos tipos de cargas, possibilitando o seu manuseio de forma unitizada. |
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| PALLETS ou PELOTAS | São os grãos ou pedacinhos de produtos de qualquer natureza, tais como: palieis de minério, de minerais etc. |
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| PANO | 1. Designação genérica das velas de uma embarcação. 2. Cada uma das tiras de tecidos que, justapostas e cosidas, compõem as velas. A expressão \"a todo o pano\' quer dizer: navegando com todas as velas abertas. |
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| PAQUETE | 1. Navio grande, geralmente movido a vapor, para transporte de passageiros (turismo), correspondência e mercadorias. 2. Tipo de embarcação a vela, do alto São Francisco, para transporte de passageiros e cargas. 3. Antigo veleiro de pequenas dimensões que transportava mercadorias, passageiros e, principalmente, correspondência. |
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| PARALIZAÇÃO | Tempo de interrupção da operação portuária por um motivo determinado. A paralisação pode ser: l. por conta do agente-espera de atracação; de estiva; de caminhões; caçambas; espera de carga; de vagões; abertura e fechamento de porões, à disposição de bordo; do requisitante (quando a turma de capatazia for requisitada e no horário da operação); mudança de porão; remoção de guindaste no porão ou convés; de guindaste para mudança de porão; manobra de embarque para mudança de berço; de alvarenga-to/z; defeito do equipamento de bordo; colocação de material de apoio a bordo; colocação ou retirada de empilhadeira; retirada de volume já embarcado e avariado a bordo; lingando mangote; falta de material e acessórios para estiva; falta de documentos ou despachos; arqueação; preparativos em terra para colocação do mangote; defeito de eclusa; defeito no moinho; dispensa de turma sob conciliação da operação; defeito na rampa do navio; rechego etc.; 2. por conta do porto - remoção de guindaste; defeito no guindaste; na ponte rolante; na empilhadeira, na empilhadeira de containers; no guindaste sob rodas; no grab, da cábrea; no sugador; no readier, espera do guindasteiro; do operador de empilhadeiras; espera do pessoal da oficina; falta de energia etc.; 3. por conta mútua - chuva; agitação das águas; falta de energia etc. |
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| PARCEL | 1. Banco de areia encoberto a pequena altura pela água do rio ou do mar. 2. Recife. |
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| PAREDE | Local ou ponto, na extremidade do cais, onde são recrutados os estivadores para entrarem em serviço. |
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| PARQUE | Parte das salinas onde se recolhe a água do mar para extrair o sal. |
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| PARTE | Denominação dada ao usuário do porto. |
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| PÁTIOS DE ESTOCAGEM | São as áreas descobertas que se encontram localizadas na área de um porto, intercaladas aos armazéns ou isoladas, destinadas ao recebimento de cargas pesadas ou de natureza especial. |
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| PATOLA | Equipamento usado para a movimentação das bobinas de papel, ou cargas com embalagens assemelhadas. |
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| PAU | Nome genérico dos mastros, hastes ou antenas da embarcação. |
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| PAU DA BANDEIRA | Pequeno mastro colocado no painel de popa dos navios, onde se iça a bandeira nacional. Nos navios de guerra, a bandeira só é içada no pau da bandeira quando o navio estiver fundeado ou atracado. |
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| PAU DA BANDEIRA DO CRUZEIRO | Pequeno mastro colocado no bico de proa, onde se iça, quando o navio está fundeado ou atracado, a bandeira do Cruzeiro, distintivo dos navios de guerra brasileiros. |
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| PAU DE CARGA | Denominação dada a um aparelhamento de bordo, com função semelhante à do guindaste de terra, utilizado geralmente para retirar a carga do porão e colocá-la no convés. |
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| PAU REAL | Pau de carga com capacidade para operar com grandes pesos, geralmente acima de vinte toneladas. |
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| PÉ | 1. Unidade de medida linear anglo-saxônica equivalente a 12 polegadas ou a 30,48 centímetros. 2. Parte inferior do leme, dos mastros e mastaréus ou dos paus de cutelo. |
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| PEIA | Designação genérica dos cabos usados para prender (pear) quaisquer objetos de bordo, evitando que se desloquem com o balanço da embarcação. |
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| PEIAS DE BALANÇO | Peças fictícias do aparelho náutico que, por brincadeira, se manda buscar por marujo ou aspirante novato. |
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| PENÍNSULA | Porção de terra cercada de água por todos os lados, à exceção do trecho (istmo) que a liga a um território mais vasto. |
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| PERAU | 1. Declive abrupto do fundo, junto à costa, com tendência ao rápido aprofundamento. 2. Depressão da areia escavada pela arrebentação. |
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| PERCHA | Cada uma das molduras colocadas como enfeite na proa do navio. |
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| PERÍODO CONTÍNUO | Refere-se a operações que são realizadas sem interrupções para refeições ou mudança de turnos, com a movimentação por sugadores, correias transportadoras ou oleodutos. Este período tem precedência sobre os domingos e feriados. |
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| PERMANENTE | Tripulantes de alguns navios a vela que sobem aos mastros para realizar movimentos de velame. |
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| PESAGEM | Serviço especial que o porto presta aos seus usuários, que consiste na pesagem de volumes por unidade ou de carga a granel, transportados por caminhões ou vagões. |
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| PESCAR DE LUVA | Ato ou efeito de ficar o barco a receber o vento pelo bordo oposto àquele por onde vai amurado, passando com a popa pela linha do vento, devido ao mau tempo ou à imperícia do timoneiro. |
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| PESCARIA DE POITA | Pesca que se realiza com o barco fundeado no ancoradouro. |
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| PESO MORTO | Diferença em peso entre o deslocamento máximo e o deslocamento mínimo de um navio de guerra, tais como: o peso da munição, do combustível, da água de reserva das caldeiras, da água potável e para banho e sanitários; dos mantimentos, do material de consumo e das guarnições e seus pertences. Nome pelo qual, em navios mercantes, se designa, impropriamente, o porte bruto. |
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| PESO MOVIMENTADO COM A PART. DO PORTO | Designa a tonelagem da carga movimentada no cais, inventada da tonelagem movimentada nos terminais privativos, mesmo que localizados no próprio cais. |
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| PESO MOVIMENTADO SEM A PART. DO PORTO | Designa a tonelagem da carga movimentada nos terminais privativos localizados no âmbito da área de administração ou jurisdição do porto, abrangendo aqueles situados no próprio cais. |
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| PESQUEIRO DE ARRASTO | Navio pesqueiro que opera arrastando uma rede para a captura do pescado. |
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| PESSOAL DA MARINHA MERCANTE | Constituído por todos aqueles que exercem suas atividades a bordo das embarcações nacionais, nas oficinas e estaleiros de construção naval e nos trabalhos de carga e descarga das embarcações (RTM, artigo 318). |
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| PESTANA | Cada uma das extremidades dos braços de uma âncora. |
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| PICADEIRO | Armação de madeira ou aço que apóia pontos do fundo do navio, durante a construção ou reparo. |
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| PICADEIRO CENTRAL | Picadeiro colocado sob a quilha, suportando todo o peso do navio, durante a construção ou reparo em seco. |
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| PICADEIRO LATERAL | Picadeiro colocado sob o fundo do navio, afastado da quilha, para dar estabilidade ao navio durante a construção ou reparo em seco. |
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| PÍER | Plataforma enraizada em terra, ou em um quebra-mar, acostável em um ou em ambos os lados, para funcionar como cais. É um cais, não paralelo à linha de costa, mas a ela perpendicular, ou com ela formando um ângulo, oferecendo a vantagem de permitir atracação pelos dois lados (Daltro Barbosa Leite). |
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| PIVOTAMENTO | Situação durante o lançamento em que o navio adquire flutuabilidade positiva e apóia-se, em terra, somente sobre o pródigo de vante do carro de lançamento. Também chamado de giro. |
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| PLANAR | Ato ou efeito de o barco deslizar à flor d\'água em alta velocidade. Esse movimento está ligado ao perfil da carena e a seu atrito com o ar e a água. |
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| PLANO DE ARRANJO GERAL | Plano mostrando a subdivisão interna do navio, tendo para isto representados todos os pavimentos com as subdivisões neles existentes, os nomes dos compartimentos e a localização dos acessos. |
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| PLANO DE CAPACIDADE | Plano contendo as informações importantes para a estiva e manuseio da carga a bordo, tais como: desenhos mostrando os compartimentos do navio; cubagem de todos os compartimentos de carga e tanques; capacidade de carga no convés; tabela mostrando os efeitos de variações longitudinais de peso sobre o compasso; escala de deslocamento, mostrando no mínimo a inter-relação entre calado, deslocamento e porte bruto; capacidade e arranjo dos aparelhos de manuseio de carga. |
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| PLANO DE FLUTUAÇÃO | Plano horizontal pelo qual o casco é cortado pela superfície do mar. Este plano corta o costado segundo uma linha que se chama linha de flutuação ou linha-d’água. |
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| PLANO INCLINADO | Obra de madeira destinada a construção e consertos de embarcações. |
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Glossary V2.0 |