|
Buscar |
|
Vizualizar glossário |
|
| T |
| Há 91 termos neste glossário. |
| Páginas: 1 2 » |
| T | (Símbolo designado \'Tango\'). O Código Internacional de Sinais estabelece a representação desta letra por uma bandeira retangular com três faixas verticais nas cores vermelho, branco e azul. Içada isoladamente significa: \"Mantenha-se afastado, estou fazendo reboque em paralelo.\" |
| | |
| TAB | Iniciais da tarifa aduaneira brasileira. |
| | |
| TÁBUAS NÁUTICAS | Tábuas com auxílio das quais se calcula a posição do navio no mar, resolvendo determinadas fórmulas trigonométricas do triângulo da posição. |
| | |
| TAIFEIRO | 1. Criado de bordo nos navios mercantes. 2. Indivíduo encarregado de parte dos serviços da tarifa. |
| | |
| TALAR AS ONDAS | Ato ou ação de navegar. |
| | |
| TALHAMAR | Aresta externa da proa do navio que corta o mar. É também uma peça de estrutura neste local. |
| | |
| TALINGAR | 1. Amarrar, prender ou ligar a amarra ao ferro. Fixar uma anete. 2. Manobrar a âncora. |
| | |
| TAMANCA | Peça metálica constituída de uma armação e dois ou três rodeies verticais, montada no convés ou na borda-falsa, para passagem dos cabos de amarração do navio. |
| | |
| TAMPA DE COMBATE | Tampa metálica com que se fecha uma vigia, quando o navio se prepara para o combate ou quando navega em regime de blackout. |
| | |
| TANQUE | 1. Compartimento estanque de uma embarcação destinado a armazenar fluidos. 2. Depósito das tinas de baldeação. |
| | |
| TANQUE DE LASTRO | 1. Compartimento especial dos navios, que se enche de água para lastrear a embarcação, quando sua carga é muito leve. 2. Nos submarinos, são depósitos que se enchem de água para facilitar a imersão do barco. |
| | |
| TANQUE DE PROVAS | Tanque de grandes dimensões em comprimento, dotado de trilhos nas bordas, sobre os quais se movimenta um carro que reboca o modelo em escala do casco de uma embarcação, a fim de que seja estudada a sua resistência à propulsão. |
| | |
| TANQUE DE VERÃO | Tanques existentes em alguns petroleiros que, quando cheios, levam o navio da linha de flutuação tropical para a de verão. |
| | |
| TANQUE LATERAL | Tanque situado em um dos bordos da embarcação. |
| | |
| TARA | Peso correspondente à embalagem de uma mercadoria ou o peso do veículo. |
| | |
| TARIFA PORTUÁRIA | Pauta de preços pela qual a administração do porto cobre os serviços prestados aos usuários. |
| | |
| TAXA DE OCUPAÇÃO DO CAIS | Relação entre o somatório dos produtos dos comprimentos das embarcações pelo tempo de atracação de cada embarcação e o produto do comprimento do cais pelo número de dias do mês da operação. |
| | |
| TD (DEADWEIGHT TONNAGE) | Significa o peso total ou capacidade de carga que o navio pode deslocar, incluindo cargas, combustíveis, passageiros, provisões etc. |
| | |
| TEMPO ATRACADO | Diferença entre a data da desatracação e a data de atracação da embarcação no porto. |
| | |
| TEMPO ATRACADO MÁXIMO | Refere-se à embarcação que apresentou o maior tempo de atracação. |
| | |
| TEMPO ATRACADO MÉDIO | Corresponde à divisão do tempo atracado total pelo número de embarcações correspondentes. |
| | |
| TEMPO ATRACADO TOTAL | Somatório dos tempos de atracação de todas as embarcações. |
| | |
| TEMPO CORRIGIDO | Resultado do acréscimo ou subtração de um intervalo de tempo ao tempo real gasto por diferentes embarcações para cobrir um mesmo percurso de regata, de modo a permitir que o desempenho de cada uma seja julgado sob um único critério, neutralizando suas diferenças técnicas. |
| | |
| TEMPO DE CARGA E DESCARGA | Tempo de carga e descarga para um determinado tipo de equipamento ou procedimento de transbordo; é basicamente função de:jornada de trabalho (horas/dia); número de porões operando simultaneamente a taxa de carga e descarga do equipamento ou sistema. |
| | |
| TEMPO DE ESPERA | Tempo medido entre o momento em que a embarcação entra no porto - data da entrada - e o momento em que ela atraca - data da atracação. |
| | |
| TEMPO DE ESPERA MÁXIMO | O maior tempo de espera observado entre as embarcações. |
| | |
| TEMPO DE ESPERA TOTAL | Somatório dos tempos de espera de todas as embarcações. |
| | |
| TEMPO DE ESTADIA MÁXIMO | Correspondente ao maior tempo de estadia entre as embarcações consideradas. |
| | |
| TEMPO DE ESTADIA MÉDIO | Relação entre o tempo total de estadia e o número de embarcações correspondentes. |
| | |
| TEMPO DE ESTADIA TOTAL | Tempo correspondente ao somatório dos tempos de espera e atracado das embarcações que atracaram no mês de apuração, isto é, compreende o tempo desde a data da entrada da embarcação no porto até a sua desatracação. |
| | |
| TEMPO DESABRIDO | Diz-se do tempo que o agente ou preposto requisita à administração do porto, visando à realização de movimentação de sua carga, dentro desse mesmo tempo. |
| | |
| TEMPO TRABALHADO | Espaço de tempo em que o temo realmente trabalhou na operação de embarque ou descarga das mercadorias. |
| | |
| TEREDO | Genero de moluscos aquáticos vermiformes que se alimentam de madeira, cavando galerias em cascos de embarcações, pilares de embarcadouros e outras estruturas mergulhadas na água. |
| | |
| TERMINAL OU EMBARCADOURO DE USO PRIVATIV | Considera-se assim a instalação portuária autorizada para uso privativo. Tal instalação é construída e operada por entidade particular, na zona de jurisdição do porto, conforme contrato com a administração do porto, independentemente da movimentação anual de mercadorias ou movimentação de graneis sólidos ou líquidos, para uso próprio de quem a explora. O assunto é tratado no decreto-lei n° 6.460, de 2 de maio de 1944, e decreto-lei nº 83, de 26 de dezembro de 1966. |
| | |
| TERMO DE CONFERÊNCIA | Documento em que se declara que foi realizado um confronto entre o rol de equipagem e as cadernetas de inscrição de tripulantes. |
| | |
| TERMO DE DISTRATO | Documento onde se declara a lteração relativa a um tripulante constante do rol de equipagem. |
| | |
| TERMO DE FALTA E AVARIAS | Documento em que são registradas as faltas e/ou avarias de mercadorias, constatadas no transcurso de operação portuária. |
| | |
| TERNO | Diz-se de uma turma de trabalhadores de diversas categorias portuárias, destinada à operação de capatazia. |
| | |
| TIMÃO | Leme, barra do leme, roda do leme. É comumente empregado nos grandes veleiros de cruzeiro, principalmente durante navegação solitária. |
| | |
| TIMONEIRO | Membro da tripulação responsável pela manobra do leme, pelo governo da embarcação. O timoneiro é também chamado de \'homem do leme\' nas embarcações miúdas, o timoneiro atua diretamente na cana do leme; contudo, nos navios em movimento, o esforço necessário para girar o leme é muito grande. Há, então, necessidade de se instalar um aparelho de governo que permite a um só homem governar o navio com facilidade. |
| | |
| TINA | Tipo de recipiente de metal reforçado, usado na movimentação de determinados granéis, tais como: sal, carvão e outros. |
| | |
| TIPO DE NAVEGAÇÃO DA MERCADORIA | Tipo de navegação utilizada para registrar a carga. Pode ser de longo curso, de cabotagem, fluvial, lacustre e de alto-mar. A mercadoria, portanto, é caracterizada de acordo com sua origem e destino. |
| | |
| TIPO DE OPERAÇÃO | Define a maneira pela qual as mercadorias são descarregadas ou embarcadas no navio, sendo caracterizada pelos tipos de equipamentos empregados na mesma. |
| | |
| TLR | Sigla de tonelagem líquida de registro. |
| | |
| TOA | 1. Cabo de reboque. 2. Cabo com que uma embarcação reboca outra. |
| | |
| TOCAR | 1. Bater a embarcação indo de encontro a um baixio ou cais. 2. Roçar a quilha no fundo. 3. Entrar no porto. |
| | |
| TOCAR À LEVA | Ato ou ação de levantar o ferro da embarcação. |
| | |
| TOCO | Coluna vertical que sustenta o pau de carga, quando este não é armado junto ao mastro. |
| | |
| TOLDA | 1. Convés superior. 2. Espaço do convés superior entre o mastro grande e a popa, ou o tombadilho, destinado aos oficiais. |
| | |
| TOLDADO | Diz-se do céu encoberto. |
| | |
|
|
Glossary V2.0 |