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VOR 2011/2012 - está acabando o que era doce Imprimir E-mail
Por Marcos Lobo   
28 de junho de 2012

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Em poucos dias, menos de uma semana desde que escrevo, teremos a In-Port Race da Bretagne no dia 30/6/2012.

No dia seguinte, 1º de julho, começa a derradeira etapa desta VOR e os barquinhos partem de Lorient para Galway na Irlanda. Não me perguntem por que será lá a final pois não tive tempo para pesquisar a razão. Será que pesou, novamente, o fator monetário nessa edição meio que caça-níqueis ? Tem algum peso histórico para a VOR ? Responda quem souber.

Está em aberto a disputa de 42 pontos (6+30+6) para as primeiras colocações, que até tem chances de mudar o resultado desta edição, mas os ventos sopram favoravelmente nas velas dos francesinhos de... pois é, da França.

O grande fiasco, pelo menos até agora, tem sido os “paraguaios/espanholitos” que largaram como favoritos e está dando no que temos visto... um festival de manzadas* (manzanzadas, é o termo correto, como bem me ensina o nosso Ricardinho) ou erros (apesar do Joca, do Horácio e a torcida da quase maioria dos botequeiros). Deixo que nos comentários os conhecedores teçam suas análises.

Destaques em uma perna ou outra do meio para cá tivemos sim e, de novo, deixo em aberto para quem quiser, sem ufanismo, por favor, fazer a defesa de cada um deles. Nem vou falar do Puma e da sensacional vitória em Itajaí onde num show de marcação cerrada o Ken Read deixou o Ike Martinez vendo o rabo do gatinho...

Já pudemos ler alguns botequeiros afirmarem que essa VOR foi uma das mais “sensacionais”, das mais “disputadas” e que a emoção em cada perna foi a níveis estratosféricos.

Talvez por não ser velejador, não acompanhar desde os primórdios da Whitebread, e ser filhote do Brasil1 não fiz essa leitura. Acho que o que pesou no meu ânimo foi mais o fato de não termos o “nosso” barco e nem uma maior quantidade de tripulantes brasileiros. Não tive tanto contato com o Joca, nem com o Horácio, que me fizessem ser tão fanático assim. Ok, são brasileiro e meio mas fiquei com gostinho de que ”...

O que me consola, chegando agora ao final, é que existe a esperança de que São Eike das Causas Impossíveis faça acontecer o Brasil2, que a situação financeira do mundo possa mudar consideravelmente ou que a organização da Volvo Ocean Race crie condições para que, através de mudanças de regras, de projetos, possa haver um maior número de barcos...Ah, e não seria nada mal uma equipe feminina ou mista...nossas “meninas”, na ocasião, já teriam tarimba para encarar (???!!!)...

Com vocês: os comentários, desabafos, xingamentos e maledicências...

Bons Ventos




 

   

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